Controlo de Gestão para PME | Macro Consulting
Controlo de gestão para PMEs portuguesas: dashboards, KPIs, reporting, margem, orçamento. Modelo executivo + plano de 90 dias para instalar com método.
Saber o que está a acontecer na empresa em tempo útil — não três meses depois. Decidir com dados, não com intuição. Em 90 dias instalamos um sistema de controlo de gestão que a equipa usa todas as semanas.
Sinais de falta de controlo de gestão
Reconhece algum destes na sua empresa? Se reconhece 3 ou mais, falta sistema de controlo. Não falta esforço.
- Margem por cliente, projeto ou linha de negócio é opaca.
- Cash flow é imprevisível.
- Os KPIs existem, mas não são revistos.
- As decisões dependem de "feeling" mais do que de dados.
- O fecho contabilístico chega tarde.
- Não há orçamento operacional.
- As reuniões de gestão não produzem decisões.
O sistema de controlo de gestão
Um sistema funcional tem cinco componentes que trabalham juntos.
1. KPIs accionáveis
Não mais de 7 indicadores partilhados pela liderança. Cada um com fonte, fórmula, dono, cadência de revisão e zona de "verde / amarelo / vermelho".
2. Dashboard executivo
Para uso real, não para apresentações. Pode viver em Excel, Google Sheets, Power BI ou ferramenta dedicada.
3. Reporting executivo
Pacote mensal e trimestral com leitura sintética: KPIs, P&L, cash flow, principais desvios, ações decididas.
4. Orçamento e forecast
Orçamento anual com critério. Forecast trimestral rolling para ajustar ao real.
5. Rotinas de gestão
Cadência semanal, mensal e trimestral em que o sistema é usado.
Indicadores essenciais
Por área
Comercial: pipeline, taxa de conversão, ticket médio. Operações: produtividade, retrabalho, on-time delivery. Finanças: margem bruta, EBITDA margin, cash flow operacional, runway. Pessoas: turnover, headcount cost ratio. Cliente: NPS, churn, recurring revenue.
Cascata estratégica
Nível 1 (board): EBITDA, cash flow, crescimento, margem. Nível 2 (gestão): indicadores por área crítica. Nível 3 (operacional): indicadores de processo.
Rotinas de gestão
Semanal (60-90 min)
Agenda fixa: revisão de KPIs operacionais, decisões críticas em curso, prioridades da semana, bloqueios. Toda a equipa de gestão.
Mensal (2-3 horas)
Revisão de P&L, cash flow, KPIs estratégicos, comparação com orçamento.
Trimestral
Revisão de prioridades, ajuste de forecast, planeamento do trimestre seguinte.
Plano executivo de 90 dias
- Dias 1-30 — Diagnóstico e desenho — Mapa do que existe (KPIs, reportings, rotinas). Selecção dos 5 a 7 KPIs partilhados. Desenho do dashboard executivo.
- Dias 31-60 — Instalação — Construção do dashboard com fonte de dados real. Primeira reunião semanal — observada e ajustada. Reporting mensal piloto.
- Dias 61-90 — Sustentação — Cadência instalada e a funcionar sem o consultor. Ajuste fino dos KPIs e do dashboard.
Perguntas frequentes
- Quanto tempo até ter dashboard a funcionar?
- Primeira versão em 4 semanas. Versão estável em 8 semanas. Versão refinada e autónoma em 12 semanas.
- Que ferramentas usam para o dashboard?
- Trabalhamos com o que a empresa tem: Excel, Google Sheets, Power BI, Looker Studio, Tableau ou ferramenta dedicada. O critério é simplicidade.
- Quanto custa um sistema de controlo de gestão completo?
- Depende do âmbito e da maturidade da empresa. Pode começar pelo Kit, por uma intervenção dedicada de 90 dias ou pelo SALTO quando o desafio junta gestão, liderança e IA. Apresentamos proposta após primeira conversa.
- Posso fazer sozinho com o vosso Kit?
- Sim. O Kit de Controlo de Gestão em 90 dias é uma versão self-service: KPIs sugeridos, templates, agenda da reunião semanal, plano de 90 dias.
- Quais são os 7 KPIs que recomendam para a maioria das PMEs?
- Não há resposta universal. O critério comum: cada KPI tem de obrigar a uma decisão quando sai do envelope. Se não obriga, não é KPI — é métrica.
- Já temos ERP — vamos ter de mudar?
- Não. Em 90% dos casos não muda ferramenta. Adiciona-se uma camada de leitura executiva sobre os dados.
- Quanto tempo deve durar uma reunião semanal de gestão?
- 60 a 90 minutos. Mais do que isso, perde-se foco. Menos do que isso, não há espaço para fechar decisões.
- Funciona em empresas com sócios em conflito?
- A instalação técnica funciona. Mas exige decisão prévia entre os sócios sobre o que se mede e como se decide.