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4 razões pelas quais deve ter Reporting

Todas as empresas precisam de medir a sua performance através da análise contínua de indicadores, metas e objetivos.

Macro Consulting 08 de agosto de 2017 6 min de leitura
Revisto pela equipa editorial Macro Consulting Conteúdo enquadrado pela metodologia Macro e atualizado quando há alterações relevantes de mercado, lei ou tecnologia. Política editorial
4 razões pelas quais deve ter Reporting
Todas as empresas precisam de medir a sua performance através da análise contínua de indicadores, metas e objetivos. Através do reporting torna-se possível observar o estado da empresa e, em caso de necessidade, atuar no sentido da melhoria. Analisar é (ou deveria ser) uma prioridade de todas as organizações… Se assim não for, torna-se impossível analisar a empresa no seu todo com as consequências trágicas que daí advêm. Nesse sentido, apresentamos-lhe 4 razões pelas quais deve ter Reporting.

1. MEDIR, CONTROLAR E MONITORIZAR

Todos os negócios necessitam de utilizar KPI (Key Performance Indicators) com vista a avaliar o sucesso dos mesmos. A definição destes indicadores é transversal a todas as áreas da empresa, ajudando a controlar a performance de colaboradores e empresa. Com isto, é possível definir metas e objetivos e avaliar, através do reporting, se estão ou não a ser cumpridos essas metas e objetivos. Esta avaliação pode ser vista não apenas pela gestão de topo como pelos próprios colaboradores da empresa. Por fim, referir que isto permite não apenas melhorar a performance como também aumentar a coesão entre toda a equipa desde o topo até à base.

Ver a importância do Controlo de Gestão

2. DEFINIR UM BENCHMARK A ATINGIR

Quando falamos em reporting empresarial, é inevitável falar em benchmark. Esta comparação, que pode ser feita com a própria empresa (histórico) como com empresas concorrentes, servem como base de suporte para a performance. Na prática, isto permite analisar as melhores práticas e alinhar a empresa com adoção das mesmas. Isto permitirá maximizar a eficiência operacional, aumentar a satisfação do consumidor, diminuir desperdícios, modificar estratégias, entre muitas outras.

3. APRENDIZAGEM E MELHORIA DA PERFORMANCE

Todos os dias, existe uma necessidade constante de melhoria, quer ao nível dos processos quer ao nível concorrencial. Quanto melhor for a informação a todos os níveis, teremos melhores processos, melhores colaboradores e melhores tomadas de decisão. Nesse sentido, o reporting permite obter informação resumida e em tempo real que, cada vez mais, se torna fulcral no mercado.

CONSULTE UM EXEMPLO DE REPORTING EM POWER BI E REPORTING

4. MELHORAR A COMUNICAÇÃO

Utilizando o reporting, torna-se possível transmitir a informação de forma simplificada. Desta forma, esta informação pode ser visualizada pela gestão, colaboradores, clientes, fornecedores, investidores ou qualquer outro stakeholder. Desta forma, é fomentada a colaboração e melhoria de forma transversal.

CONCLUSÕES

Na Macro Consulting, os nossos clientes consideram o Reporting fundamental para o sucesso empresarial. Independentemente do setor de atividade, todos conseguirão obter a informação necessária para o seu negócio e, consequentemente, estão criadas as condições para o sucesso.

Leitura executiva

Este artigo deve ser usado como ferramenta de decisão. O tema reporting de gestão só cria impacto quando deixa de ser conceito e passa a estar ligado a prioridades, indicadores, responsáveis e ritmo de gestão.

  • KPIs só têm valor quando ajudam a decidir; medir muito e decidir pouco cria burocracia.
  • Um bom sistema combina poucos indicadores críticos, owners claros e ligação direta a margem, cash, qualidade ou crescimento.
  • A maturidade aumenta quando cada reunião termina com ações, não apenas com leitura de dashboards.

Matriz de decisão de gestão

CritérioPergunta executivaSinal de maturidade
PrioridadeEste tema está ligado a margem, cash flow, crescimento, qualidade ou risco?Existe objetivo claro e trade-off assumido
IndicadorQue métrica mostra progresso sem criar burocracia?O indicador tem owner, fonte e frequência
ExecuçãoQue decisão ou ação acontece se houver desvio?A rotina termina com decisões e responsáveis

Plano prático 30/60/90 dias

  • Dias 1-30: diagnosticar o estado atual, escolher 3 indicadores críticos e clarificar owners.
  • Dias 31-60: instalar rotina semanal de revisão, decisão e follow-up.
  • Dias 61-90: medir ganhos, eliminar ruído e transformar a prática em sistema de gestão.

Como decidir o próximo passo

Antes de avançar, responda a três perguntas:

  • Que indicador mudaria uma decisão real esta semana?
  • Quem é responsável pelo indicador e pela ação corretiva?
  • Que métrica deve ser eliminada porque não gera decisão?

Leitura relacionada: relatório de gestão e controlo de gestão.

Se quer perceber onde a sua empresa está a perder foco, margem ou velocidade, comece pelo Diagnóstico gratuito. Para instalar uma rotina prática de indicadores, reuniões e decisões, veja o Kit de Controlo de Gestão em 90 dias e as nossas soluções de Consultoria de Gestão.

Fontes

Fontes públicas e institucionais recomendadas para enquadrar este tema e validar conceitos, dados e tendências de gestão:

Leitura executiva para a empresa

Para uma PME, 4 razões pelas quais deve ter Reporting deve ser lido como uma pergunta de gestão, não apenas como conteúdo informativo. A questão central é perceber se este tema afecta margem, execução, indicadores e ritmo de gestão e se merece entrar na agenda da administração.

A diferença entre uma leitura superficial e uma leitura útil está na capacidade de transformar o tema numa decisão concreta: que prioridade de gestão deve mudar, que rotina deve ser instalada e que indicador deve confirmar progresso. Sem esta tradução, a empresa fica com conhecimento, mas não necessariamente com progresso.

Como transformar este tema em decisão

O primeiro passo é ligar o assunto a um problema real da empresa. Se não houver impacto em margem, risco, caixa, produtividade, equipa ou cliente, o tema pode ser acompanhado sem criar projecto. Se houver impacto, deve ser tratado com critério executivo.

  • Prioridade: que decisão fica melhor depois de analisar este tema?
  • Impacto: que indicador deve mexer se a decisão for bem executada?
  • Responsável: quem tem autoridade para transformar análise em acção?
  • Cadência: quando volta a equipa a rever progresso, risco e próximo passo?

Indicadores a observar

Em consultoria e controlo de gestão, a conversa deve sair rapidamente da opinião e entrar em evidência. Os indicadores mais úteis dependem do contexto, mas normalmente passam por margem, produtividade, cumprimento de prazos, qualidade de execução e desvio face ao plano. Quando estes indicadores não existem, o primeiro projecto não é executar; é criar visibilidade.

Uma boa regra prática: se a empresa não consegue medir o antes, também não vai conseguir provar o depois. Por isso, qualquer iniciativa associada a este tema deve começar por baseline, dono de indicador e rotina de acompanhamento.

Próximos passos recomendados

Antes de avançar para uma decisão maior, junte a equipa certa durante 30 a 45 minutos e responda a três perguntas: onde está o impacto, qual é o risco de não agir e que evidência falta para decidir com confiança.

Se a resposta ainda for vaga, comece por uma leitura inicial estruturada. Pode usar o diagnóstico gratuito, ebook de Controlo de Gestão em PME, Consultoria e Controlo de Gestão para transformar o tema numa prioridade clara, com contexto, indicadores e próximo passo.

FAQ

Perguntas que este artigo responde

Qual é a decisão central deste artigo?

razões pelas reporting

Para que tipo de empresa este tema é mais relevante?

CEOs, CFOs, COOs, administradores e decisores de PMEs em Portugal

Que próximo passo faz sentido depois da leitura?

Se o tema estiver ativo na empresa, o passo mais útil é pedir um diagnóstico gratuito para separar prioridade, contexto e próximo passo.