Caro cliente e parceiro | Carta de 2024
Caro Cliente e Parceiro, Na minha caminhada/desenvolvimento pessoal ao longo destes anos, tenho procurado ser cada vez mais disciplinado e criar hábitos de excelência que nos permita – a mim, às “minhas” Pessoas e à Macro Consulting – atingir o “SUCESSO”.
Caro Cliente e Parceiro,
Na minha caminhada/desenvolvimento pessoal ao longo destes anos, tenho procurado ser cada vez mais disciplinado e criar hábitos de excelência que nos permita – a mim, às “minhas” Pessoas e à Macro Consulting – atingir o “SUCESSO”.
Para os mais atentos, provavelmente repararam no “pormaior” (e não “pormenor”) na palavra SUCESSO acima: as aspas.
As incríveis aspas que têm a capacidade de mudar tanta coisa…
As aspas que têm o poder de criar significados; as aspas que conseguem gerar ou mudar opiniões; as aspas que desafiam o status quo e o dito “normal”; as aspas que criam dúvidas ou novas interpretações; as aspas que contribuem para a existência de conflitos, mas que, igualmente, têm a capacidade de gerar concórdia e união...
As incríveis aspas que têm a capacidade de mudar o mundo…
Esta carta poderia ser sobre aspas.
Não obstante é, antes de tudo, uma carta sobre “SUCESSO”. Entre aspas.
E já lá irei, prometo. Mas antes, cabe-me cumprir com o principal objetivo pelo qual esta carta, e as duas que a precederam, nasceram: O objetivo de agradecer pelo ano que passa.
Já agora, se forem ou estiverem curiosos, deixo-vos a carta de 2022 e a carta de 2023.
Fico feliz por me repetir ano após ano, pelo que esta repetição simboliza. No entanto, sei que é maçador repetir sempre o mesmo quando, na prática, é uma narrativa muito usada. Mesmo tendo essa consciência, fui ensinado a dizer a verdade. E, mesmo me repetindo novamente, tenho de dizer que o ano de 2024 foi o nosso melhor ano de sempre.
Tal como a definição de “sucesso” é subjetiva, também a definição de “melhor” cumpre todos os requisitos para ser brindado com o mesmo adjetivo (subjetivo).
Na prática, o que para mim é melhor pode não ser o melhor para a minha equipa ou para quem lê esta carta. No entanto, mantendo as variáveis financeiras para medir este “melhor”, então afirmo-o novamente: este foi o nosso melhor ano de sempre.
Essa melhoria deve-se, desde logo e sobretudo, à pessoa que está a ler esta carta. Sendo nosso cliente, parceiro ou até mesmo seguidor e/ou amigo, o facto de estares aqui neste momento, a ler esta carta, já estás a contribuir para o nosso crescimento e evolução.
Neste sentido, aproveito desde já para te dizer: obrigado.
Obrigado por confiares em nós, obrigado por acreditares que podemos continuar a contribuir para empoderar líderes e organizações a atingir o “sucesso”, obrigado por partilhares com quem mais gostas e confias o nosso nome, obrigado por leres, comentares ou partilhares o nosso conteúdo, obrigado por estares sempre aí, obrigado por fazeres parte da nossa história.
Adicionalmente, e não menos importante, obrigado à equipa da Macro Consulting, Tribo de Líderes, PME Incentivos e Portal dos Investimentos por serem quem, diariamente – 4 dias por semana (😎!) – entrega o seu máximo aos nossos clientes e parceiros.
Obrigado à Ana, à Bruna, à Flávia, à Mariana, ao Luís, ao meu sócio Pedro e a todos aqueles e aquelas que já passaram por cá e, direta ou indiretamente, continuam (e continuarão) a fazer sempre parte desta equipa. A todos o meu obrigado.
Ainda em jeito de agradecimento mas também elogio, referir que é por causa destas Pessoas que no ano de 2024 atingimos algumas das seguintes metas de “sucesso”:
- Certificação Internacional em Liderança da Tribo de Líderes distinguida com o prémio “Leadership Development” pelo 2º ano consecutivo pela Training Magazine Network dos Estados Unidos da América;
- Certificação Internacional em Liderança da Tribo de Líderes continuar a ser o 1º e único curso de liderança, em língua portuguesa, acreditado pelo The Institute of Leadership do Reino Unido;
- Tribo de Líderes nomeada aos prémios “The Leadership Awards 2024” na categoria “Digital Leaders Award” pelo The Institute of Leadership do Reino Unido;
- Crescimento superior a 70% no volume de negócios de todas as empresas/marcas do grupo, face ao ano de 2023.
Uso, propositadamente, estas metas para divulgação nesta carta e, já agora, para o mercado. Uso as mesmas porque, como vejo a nossa realidade, sinto que são estas as que são mais “valorizadas” e que todos procuram atingir.
Não obstante, e aproveitando o mote desta carta, digo-vos que elas não são necessariamente as mais importantes... Olhando para o ano de 2024, posso dizer-vos que vi muitos outros indicadores que, pese embora não sejam "tangíveis", são tão (ou mais) importantes para descrever o nosso “sucesso”. Alguns bons exemplos disso são:
- A satisfação espelhada no sorriso dos nossos atuais e novos clientes bem como das nossas Pessoas;
- O maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional na nossa equipa, fruto da adoção, já pelo 2º ano consecutivo, das 32 horas de trabalho por semana (Semana dos 4 dias);
- A determinação e coragem que vejo diariamente na resolução dos desafios que se nos apresentam e na flexibilidade e adaptabilidade com que as Pessoas encaram os mesmos;
- As novas descobertas e amizades que o Podcast Tribo de Líderes e os nossos eventos como o Leadership Talks conseguiram criar e/ou reforçar;
- O conhecimento e aprendizagem para toda uma vida que os livros, formações e a partilha entre todos tem gerado em cada um de nós.
Tudo isto que é tantas vezes "invisível" ou pouco realçado mas que, no final do dia, vale mais do que qualquer outra coisa.
Citando uma frase da obra-prima "O Principezinho" de Antoine de Saint-Exupéry:
É com o coração que vemos claramente; o que é essencial e invisível aos nossos olhos.
É com pena que demorei mais de três décadas a perceber o que as aspas podem fazer à palavra SUCESSO.
E porque gosto de partilhar com todos o que aprendo, não com o intuito de forçar a sua adopção mas, antes sim, fazer pensar, partilho convosco o que um grande amigo me mostrou este ano.
Ele (Obrigado, André!) mostrou-me a definição mais incrível de Sucesso que já li, e que foi escrita por John Wooden. Sucesso é:
A paz de espírito que é o resultado direto da autossatisfação de saber que fez o seu melhor para se tornar o melhor que é capaz de se tornar.
Sucesso é, no final do dia, saber que demos o nosso melhor, em cada dia, para nos tornarmos o melhor que somos capazes de nos tornar.
Por fim, com o peito cheio de orgulho, garanto-vos que todas as Pessoas que trabalham na Macro Consulting fazem jus a esta definição, todos os dias.
E posso assegurar-vos que em 2025 continuaremos, todos os dias, a dar o nosso melhor pelos nossos clientes, parceiros, amigos e, também importante, por cada um de nós.
Obrigado, uma vez mais, por confiarem em nós.
Juntos, vamos fazer de 2025 um MACRO ANO (com 365 dias de SUCESSO).
Votos de um Feliz Natal e Boas Entradas de toda a equipa da Macro Consulting e Tribo de Líderes 💙💛.
Vosso,
Em resumo: o que este tema ensina à gestão
O ponto central de Caro cliente e parceiro | Carta de 2024 não é apenas a notícia ou o episódio que lhe deu origem. Para uma PME, o valor está em perceber que decisão executiva fica em aberto: onde há risco, que capacidade interna falta, que indicador deve ser acompanhado e que prioridade merece tempo da administração.
Esta leitura é especialmente relevante em organização, cultura e liderança. O erro comum é reagir ao tema de forma isolada: uma candidatura, uma tecnologia, uma alteração regulatória, uma notícia de mercado ou uma tendência de liderança. A abordagem mais útil é transformar o assunto num pequeno teste de gestão: o que muda, quem decide, que evidência confirma a decisão e qual é o próximo passo nos próximos 30 dias.
Porque continua relevante para PME
Muitas empresas crescem mais depressa do que o seu sistema interno. Quando isso acontece, temas aparentemente externos começam a expor fragilidades internas: falta de indicadores, processos dependentes de pessoas-chave, decisões sem cadência, pouco controlo sobre margem, ou ausência de critérios para priorizar investimento.
Neste contexto, ligar comportamento, responsabilidades e ritmo de liderança à execução real da estratégia. Uma organização madura não precisa de reagir a todos os sinais; precisa de saber quais merecem análise, quais exigem plano e quais devem ser simplesmente monitorizados.
O objectivo não é transformar cada notícia num projecto. É criar disciplina para distinguir curiosidade, oportunidade e prioridade. Essa distinção evita desperdício de tempo, reduz decisões impulsivas e melhora a qualidade da conversa entre gestão, finanças, operações e liderança.
Riscos a evitar
Antes de avançar, vale a pena verificar se a empresa não está a cair num destes padrões:
- tratar cultura como discurso e não como sistema de decisões
- deixar responsabilidades críticas implícitas
- promover liderança sem indicadores de maturidade
- ignorar o custo de desalinhamento entre equipas
Checklist executivo para decidir
- Impacto: que métrica pode melhorar ou proteger? Margem, caixa, produtividade, risco, satisfação do cliente ou velocidade de decisão?
- Responsável: quem tem autoridade para transformar a análise em acção?
- Prazo: há uma janela crítica ou este tema pode esperar por outro ciclo de planeamento?
- Dados: que informação falta para decidir com confiança?
- Execução: existe capacidade interna para implementar, ou é necessário apoio externo?
Como aplicar nos próximos 30 dias
Semana 1: enquadre o tema numa reunião curta de gestão. Não comece por soluções; comece por perguntas. Que problema real isto pode resolver? Que risco revela? Que decisão adiada pode desbloquear?
Semanas 2 e 3: recolha evidência mínima. Use dados internos, conversas com responsáveis e uma leitura financeira simples. O objectivo é perceber se há material suficiente para justificar uma iniciativa, ou se o tema deve ficar apenas em observação.
Semana 4: tome uma decisão explícita: avançar, adiar, arquivar ou transformar em diagnóstico. A decisão deve ficar ligada a um responsável, a um indicador e a uma cadência de revisão. Sem estes três elementos, a empresa fica apenas com intenção.
Perguntas frequentes
Este tema justifica sempre um projecto?
Não. Muitos temas justificam apenas uma leitura rápida. Passa a projecto quando há impacto material, urgência, risco relevante ou oportunidade clara de melhorar margem, valor, produtividade ou controlo.
Como sei se devo envolver a equipa de gestão?
Deve envolver a equipa quando a decisão cruza áreas: finanças, operações, pessoas, tecnologia ou comercial. Quanto mais transversal for o tema, maior a probabilidade de precisar de alinhamento executivo.
O que torna uma análise accionável?
Uma análise é accionável quando termina com decisão, responsável, métrica e prazo. Se termina apenas com opinião, ainda não está pronta para execução.
Qual é o próximo passo mais prudente?
O próximo passo é comparar este tema com outras prioridades da empresa e perceber onde há maior retorno ou risco. Pode começar por diagnóstico gratuito, Programa SALTO, Organização, Cultura e Liderança.
Como regra prática, avance apenas quando conseguir escrever numa frase a decisão, numa segunda frase o impacto esperado e numa terceira frase o dono da execução. Se isso ainda não for possível, a prioridade não é executar; é diagnosticar melhor.
Próximo passo: Se o bloqueio está em liderança, responsabilidade ou cultura, transforme a reflexão num diagnóstico accionável. A Macro pode ajudar a transformar este tema numa leitura executiva simples: prioridade, risco, impacto e plano de acção.
Perguntas que este artigo responde
Qual é a decisão central deste artigo?
caro cliente parceiro carta
Para que tipo de empresa este tema é mais relevante?
CEOs, CFOs, COOs, administradores e decisores de PMEs em Portugal
Que próximo passo faz sentido depois da leitura?
Se o tema estiver ativo na empresa, o passo mais útil é diagnosticar comportamentos, rituais de liderança e capacidade real de execução.